12
de
fevereiro
Algumas perguntas…
Depois de haver calma em meio a pressa, está concluÃdo um pensamento sobre algum assunto. Importa sim a relevância contida no objeto pensado, mas de maior importância é a calma, que traz consigo a imparcialidade e a análise necessárias para uma simples honestidade. Dito (isso), percebe-se (que): uma parte do Brasil, não é o Brasil. Um pé não é um corpo. E assim sendo, uma notÃcia reportada sem 100% de cuidado, não constitui o fato.
Os jornais e as revistas e a internet teriam que tomar muito cuidado com isso. São os informadores oficiais e ganham salários para não nos iludir (?) ou ao menos, não falar somente da metade que lhes interesse. Que lhe interesse. Â
O meu interesse é fazer perguntas que eu nunca ouvi antes. Como por exemplo, uma que acaba de me ocorrer, por que alguém trabalha como operador de tele marketing?
Essas perguntas que estão em um limbo e constituem fatos de nossa vida moderna. Perguntas que estão enraizadas de tal forma que não aparecem sequer como uma afirmação, quem dera com uma pergunta. Perguntas que mexem a minha bunda sentada em uma cadeira, a frente de um PC, em uma casa com telhado em uma noite de chuva.
Por que trabalhamos em algo que não acreditamos?
Descobrir porque essas perguntas nos fazem tão suspeitos, e me jogam a uma certa marginalidade. Que vejo a loucura vizinha de braços abertos e sorrindo. Que tenho vontade de ser louco para poder não só pensar, mas realizar essas perguntas. Vivê-las. Perguntá-las.

