3
de
fevereiro
Depois não digam que eu não avisei.
Fui convencido, mas não muito, a me aquietar essa vez. E que essa vez fique bem claro.
Pois o que senti foi dor de estômago, misturado com ânsia de vômito e um sapo entrando-me goela abaixo, forçando, escorregadio, pegajoso e nojento. O que eu senti foi nojo.
Meu azar, ou deles (ficarei sem saber graças aos que me conveceram), foi o de não estar em casa, e sim no carro quando ouvi a desagradável notÃcia.
6 deputados federais, que estavam AFASTADOS do cargo, exercendo funções em outros estados, como secretário de transportes etc, voltaram a trabalhar por um dia na segunda-feira passada, quando foi realizada a eleição Legislativa. E por esse dia que voltaram a trabalhar recebeão uma espéce de 16º salário, como uma ajuda de custo a tÃtulo de indenização por voltarem a trabalhar. (?)
Entendeu alguma coisa?
E tem mais: Seus respectivos suplentes, se voltarem a trabalhar, (O que é óbvio, pois os originais retornarão aos estados) também tem direito à ajuda de custo.
Entendeu mais alguma coisa?
Ah, eu esqueci de mencionar os valores. R$ 16.500,00, por 8 (oito) horas de trabalho.
Um dia.
A saber:
Os deputados que retornaram aos seus mandatos – Rodovalho (DEM-DF), Cassio Taniguchi (DEM-PR), Alberto Fraga (DEM-DF), Jorge Bittar (PT-RJ), Walter Feldman (PSDB-SP) e Osmar Terra (PMDB-RS) – justificaram a ida ao Congresso devido à importância da votação para a presidência da Casa.
(Fonte http://politicagembrasil.blogspot.com/)
Eles também disseram que vão devolver o dinheiro ou destinar a um bom uso.
Disseram que achavam um exagero. Um desparate. Um absurdo.
Ouçam o parlamentar se lamentando.
Se eu estivesse em casa compraria uma passagem e iria a brasÃlia, com uma faixa e um banquinho. Sentaria em frente ao congresso, faria greve de fome e só sairia a hora que visse o extrato do dinheiro devolvido e esse decreto deputadÃstico revogado.
Mas encontrei amigos pelo caminho.
E me disseram que não.
Não me deram motivos válidos, somente que não adintaria nada, mas esse não é válido por que eu não fui pra saber se adiantaria ou não.
Então não é válido.
Talvez que seja caro ir pra BrasÃlia. Porque afinal de contas eu não ganho R$16.500,00 por dia.
Meios batidos para combater tudo isso não me interessam. Quero algo novo pra mim, que me refresque, que me impulsione, que me acorde.
Eu, que não acredito em deus, peço na lÃngua de vocês:
ACORDEM PELO AMOR DE DEUS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Não é possÃvel que Você não queira fazer nada.
E se quer fazer e não faz é 16.500,00 vezes pior.
Se você é meu amigo, leu, e não concorda ou não quer efetivamente FAZER alguma coisa, repense-se como meu amigo.
Porque você precisa repensar-se como ser vivente neste mundo.
Participante.
Depois que se repensar, se rever, se reorientar, será um ser vivente melhor, e automaticamente meu amigo de novo. Meu companheiro.
Meu cúmplice.
Não concebo minha vida acabar e eu viver ainda neste estado.
Vim para tranformar e transformarei.
Não será impulso.
Da próxima vez irei e o papel de vcs será o de divulgar.
Depois não digam que eu não avisei.


Comentário por Razec — 4 de fevereiro de 2009 (2:20)
Passante> Li, ainda vou ver os links.
Comentário por Fabia — 4 de fevereiro de 2009 (20:21)
Da próxima vez, acho que vou com você meu amigo!
Também não concebo viver assim… são tantas as coisas que me afligem… Hoje me disseram que preciso amadurecer politicamente… que é preciso criar estratégias… que não adianta sair detonando tudo… que a revolução não existe… E eu aqui a perguntar-me: Será?
Acho mesmo que é preciso pagar pra ver!
Comentário por Fabia — 4 de fevereiro de 2009 (20:26)
Da próxima vez acho que vou com você meu amigo!
Também não concebo viver assim… são tantas as coisas que me afligem…
Hoje me disseram que preciso amadurecer politicamente, que é preciso criar estratégias, que revolução não existe, que não adianta sair detonando tudo… E eu aqui a perguntar-me… será?
Acho mesmo que é preciso pagar pra ver!
Acho que na próxima, também vou…