30
de
outubro
Devagar…
A vida anda.
Vai.
Recomeça todo dia.
Atualmente, para mim, cada dia acaba muito diferente do o que acabou ontem.
(Adorei esse artigo de referência "o". Ele existe? Eu sei que "daquele" ficaria melhor, mas ele existe?)
Tenho a suave impressão que acabam muito diferente porque meus dias têm sido muito iguais. Acabam sempre iguais, fisicamente falando. E por serem tão iguais, replanejo hoje algo que me parecia bom e coerente ontem. Mas a continuação daquele sentimento não continuou; o dia não evoluiu e a verdade não se concretizou. Então deixa de ser coerente e replanejo tudo, mudando completamente os pensamentos que pensava antes de dormir ontem.
O dia então, acaba bem diferente do outro, tendo sido completamente igual.
Sabe aquele papo de tenho uma mala cheia de planos…?
Na época da adolescência eu não tinha essas dúvidas. Tinha algumas bem mais gostosas.
O teclado está desenvolvendo calos nas teclas tamanha a força que coloco nesta digitação. Porque pode não parecer, para ninguém, inclusive para mim, mas esse assunto me deixa muito nervoso.
Tem um livrinho que eu comprei há muito tempo, muito baratinho, e que até hoje não li. Do Engels. "A origem da família e da propriedade privada."
Vou lê-lo.
Adesso.
Boa Noite.

